Sua empresa tem PGR. Mas sabe, de verdade, onde estão os riscos psicossociais?
Sobrecarga, pressão, conflitos e falhas de liderança não aparecem em uma máquina ou num exame ocupacional. Aparecem no trabalho real e é lá que eu os encontro.
A especialista
Desde 2018, atua com Saúde e Segurança do Trabalhador inclusive com a Segurança Pública de Mato Grosso.
Psicologia aplicada à prevenção, à organização do trabalho e à gestão de riscos. Conheço o risco como ele aparece no turno, na escala e na pressão — antes de virar afastamento, processo ou dano ao negócio. Meu trabalho é transformar isso em informação estratégica para quem decide.
Quem já viu de perto sabe diferenciar sintoma de causa.

Psicóloga com base clínica e organizacional aplicada ao trabalho.

Experiência em comportamento humano, grupos e transformação organizacional.

Análise de riscos, GRO/PGR, investigação de acidentes e intervenção preventiva.

Gestão pública e privada: processos, pressão, conflitos e alta demanda.

Conecta RH, SST, liderança e operação em um mesmo plano de ação.

Identifica o risco antes que ele vire absenteísmo, turnover ou afastamento.

O problema

O problema não começa quando o trabalhador adoece. Ele começa muito antes.

Começa quando a sobrecarga vira rotina, quando bons profissionais pedem demissão, quando o RH percebe que algo está errado mas não localiza a origem. A essa altura, o risco já pode estar instalado há muito tempo.

Sinal 01
Absenteísmo

Não é apenas uma falta: é perda de produtividade, sobrecarga da equipe e aumento de custos.

Sinal 02
Presenteísmo

O trabalhador está presente, mas exausto. O resultado aparece em erros, retrabalho e acidentes.

Sinal 03
Rotatividade

Cada saída custa recrutamento, treinamento e conhecimento perdido. E sobrecarrega quem fica.

Sinal 04
Conflitos Recorrentes

Lideranças em tensão, comunicação agressiva, ruídos constantes e relações deterioradas podem sinalizar problemas na organização do trabalho.

SINAL 5
Erros, Acidentes, Retrabalhos, FAP elevado

Quando o risco humano drena a produtividade e corrói o caixa da empresa.

Objeções comuns
O que ouço e o que eu respondo.
“Nós já temos PGR.”
Ótimo. Mas alguém consegue explicar quais fatores psicossociais foram identificados, quem está exposto, quais medidas foram definidas e como a eficácia será acompanhada? Se não, existe diferença entre ter documentação e ter gestão de riscos.
“Aplicamos um questionário.”
E depois? Vieram gráficos e percentuais — mas qual é o perigo, onde ocorre, quem está exposto, o que será feito? Questionário pode produzir informação. Gestão precisa produzir decisão.
“Aqui sempre foi assim.”
Normalizar sobrecarga, pressão e comunicação agressiva não elimina o risco — apenas o torna invisível para quem convive com ele todos os dias.
“Nosso problema é a liderança.”
Gestores podem ser excelentes tecnicamente e ainda assim não terem sido preparados para conduzir pessoas, administrar conflitos e organizar o trabalho. Isso transforma problema operacional em problema humano — e depois em problema de negócio.

Como eu trabalho

Documento não controla risco. É preciso transformar evidência em decisão.

01
Compreender a organização

Antes de avaliar o risco, conheço o contexto: rotinas, relações e o trabalho real.

02

Avaliar e priorizar

Onde ocorre, em quais atividades, quem está exposto, qual o nível do risco e o que tratar primeiro.

03
Plano de ação

Nada de recomendações vagas. Risco → prioridade → medida → responsável → prazo → acompanhamento.

04
Acompanhamento

Apoio à implementação, verificação da eficácia e melhoria contínua.

Não se trata de descobrir quem está “doente”. O foco está nas condições e na organização do trabalho: o que existe no trabalho que precisa ser modificado?

O que você recebe
Entregáveis definidos pelo porte, pela realidade e pelos riscos da sua organização.
O objetivo não é produzir mais um documento. É contribuir para que a organização controle efetivamente seus riscos — em interface com engenharia de segurança, medicina do trabalho, ergonomia, RH e jurídico.
Quando é hora
O risco já apareceu na rotina. A pergunta é quem vai enxergar antes que vire estatística.
Se o SST já identificou sinais como absenteísmo, rotatividade, conflitos recorrentes ou dificuldade de retenção, é o momento de tratar os fatores psicossociais com a mesma rigorosidade dada aos riscos físicos, químicos e ergonômicos.

Perguntas Frequentes

Isso é um diagnóstico clínico dos trabalhadores?

Não. O foco não é diagnóstico clínico individual, e sim os fatores presentes nas condições, exigências e organização do trabalho que possam causar lesões ou agravos à saúde.

Não existe na NR-1 um programa formal denominado “PGR Psicossocial”. Os fatores de risco psicossociais integram o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e devem ser tratados na sistemática aplicável à organização.

Porte pequeno não significa ausência de risco. O escopo é definido conforme porte, realidade, complexidade e estrutura de SST da organização.

Não. Meu trabalho se integra aos profissionais que já atendem sua organização. Não é substituir a estrutura de SST — é fortalecer aquilo que ela precisa enxergar.

Fale comigo
Agende a Análise do seu Cenário dos Riscos que a sua empresa pode estar sofrendo e o documento não mostra.
Na conversa inicial, quero compreender o porte da sua organização, como o SST funciona hoje, como está estruturado o GRO/PGR e o que vem aparecendo na rotina.
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